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Mostrando postagens de novembro, 2017

Conservatória – a cidade seresteira e minha formação musical

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‘A seresta está no DNA da música brasileira, inclusive da minha...’(Renato Teixeira) Me perguntam muito como comecei na música. Minha mãe contou que quando eu era nenê cantarolava ao invés de chorar e usava o dedão do pé como microfone(risos).... O dom veio de meus pais, seguramente, pois, o pai, embora não tocasse instrumento ou escrevesse poesia, sentia fundo como ninguém qualquer canção. A mãe era musical total, e embora também não tocasse ou cantasse, entendia de ouvir música como poucos, era afinada e sempre me ajudou a escolher repertório de meus espetáculos.Aliás, eu com 7 anos  cantava em programa de rádio na minha cidade natal , Santa Rosa, com bandão de 8 músicos, backing vocals e sopros(mas ‘bah tchê’! Que tal¿). Aliás, tenho que reconhecer que o cara que herdou mesmo os dons de nossos pais é meu irmão mais novo, Omar Franco, pois escreve letras de canções como poucos e cozinha inigualavelmente! Ah! Esqueci de dizer que minha mãe era ‘doutora’ em cozi...

A carta do cacique Seatle

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Eu estava ontem ouvindo e meditando sobre uma das palestras canalizadas de Kryon, e ele falou sobre os indígenas e sobre a América do Sul, o que se juntou com o filme '1492' que revi no fim de semana, A coisa que fica é a sabedoria dos índios que teimamos em querer suplantar, pois eles falam e dialogam com os elementais, com a terra e nunca exaurem os recursos naturais onde estão, assim como não poluem. E isto desde sempre! E a gente teima em não ouvir essa sabedoria!O preço a pagar pode ser caro demais.... Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta: "O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também d...